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Temas Sugestivos e outros

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Mensagem por Euclides Sex 01 Jul 2016, 12:34

A critério do Clube da Redação.

____________________________________________
In memoriam - Euclides faleceu na madrugada do dia 3 de Abril de 2018.
assinatura 1
Lembre-se de que os vestibulares têm provas de Português também! Habitue-se a escrever corretamente em qualquer circunstância!

O Universo das coisas que eu não sei é incomensuravelmente maior do que o pacotinho de coisas que eu penso que sei.
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Temas Sugestivos e outros Empty Critérios avaliados na Redação do ENEM

Mensagem por Diego A Sex 01 Jul 2016, 20:23

COMPETÊNCIA
 PTS
CRITÉRIOS (níveis)
Competência I:
Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita
200
5. Demonstra excelente domínio da norma padrão, não apresentando ou apresentando escassos desvios gramaticais e de convenções da escrita.
160
4. Demonstra bom domínio da norma padrão, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita.
120
3. Demonstra domínio adequado da norma padrão, apresentando alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
80
2. Demonstra domínio mediano da norma padrão, apresentando muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita.
40
1. Demonstra domínio insuficiente da norma padrão, apresentando graves e frequentes desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita.
0
0. Demonstra desconhecimento da norma padrão, de escolha de registro e de convenções da escrita.
Competência II:
Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.
200
5. Desenvolve muito bem o tema com argumentação consistente, além de apresentar excelente domínio do tipo textual dissertativo-argumentativo, a partir de um repertório sociocultural produtivo.
160
4. Desenvolve bem o tema a partir de argumentação consistente e apresenta bom domínio do tipo textual dissertativo-argumentativo.
120
3. Desenvolve de forma adequada o tema, a partir de argumentação previsível e apresenta domínio adequado do tipo textual dissertativo-argumentativo.
80
2. Desenvolve de forma mediana o tema a partir de argumentos do senso comum, cópias dos textos motivadores ou apresenta domínio precário do tipo textual dissertativo-argumentativo.
40
1. Desenvolve de maneira tangencial o tema ou apresenta inadequação ao tipo textual dissertativo- argumentativo.
0
0. Foge ao tema proposto.
Competência III:
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
200
5. Seleciona, organiza e relaciona informações, fatos, opiniões e argumentos pertinentes ao tema proposto de forma consistente, configurando autoria, em defesa de seu ponto de vista.
160
4. Seleciona, organiza e relaciona informações, fatos, opiniões e argumentos pertinentes ao tema proposto de forma consistente, com indícios de autoria, em defesa de seu ponto de vista.
120
3. Apresenta informações, fatos, opiniões e argumentos pertinentes ao tema proposto, porém pouco organizados e relacionados de forma pouco consistente em defesa de seu ponto de vista.
80
2. Apresenta informações, fatos e opiniões, ainda que pertinentes ao tema proposto, com pouca articulação e/ou com contradições, ou limita-se a reproduzir os argumentos constantes na proposta de redação em defesa de seu ponto de vista.
40
1. Não defende ponto de vista e apresenta informações, fatos, opiniões e argumentos pouco relacionados ao tema.
0
0. Não defende ponto de vista e apresenta informações, fatos, opiniões e argumentos incoerentes.
Competência IV:
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
200
5. Articula as partes do texto, sem inadequações na utilização dos recursos coesivos.
160
4. Articula as partes do texto, com poucas inadequações na utilização de recursos coesivos.
120
3. Articula as partes do texto, porém com algumas inadequações na utilização dos recursos coesivos.
80
2. Articula as partes do texto, porém com muitas inadequações na utilização dos recursos coesivos.
40
1. Não articula as partes do texto ou as articula de forma precária e/ou inadequada.
0
0. Apresenta informações desconexas, que não se configuram como texto.
Competência V:
Elaborar proposta de solução para o problema abordado, respeitando os valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.
200
5. Elabora proposta de intervenção relacionada ao tema e bem articulada à discussão desenvolvida em seu texto, com detalhamento.
160
4. Elabora proposta de intervenção relacionada ao tema e bem articulada à discussão desenvolvida no texto.
120
3. Elabora proposta de intervenção relacionada ao tema mas pouco articulada à discussão desenvolvida no texto.
80
2. Elabora proposta de intervenção de forma precária ou relacionada ao tema mas não articulada com a discussão desenvolvida no texto.
40
1. Elabora proposta de intervenção tangencial ao tema ou a deixa subentendida no texto.
0
0. Não elabora proposta de intervenção.
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Mensagem por Diego A Seg 04 Jul 2016, 22:27

Vestibular PUCSP - Verão 2015

PROPOSTA - As fotos e os textos que selecionamos para esta proposta formam um painel
com opiniões divergentes sobre a mobilidade urbana nas grandes cidades.
Com base nessa seleção e nos seus conhecimentos, escreva uma carta para um dos
autores dos textos aqui expostos concordando ou não com as ideias defendidas por ele.
Desenvolva de forma clara e coesa os argumentos que sustentam seu ponto de vista.
Crie um nome fictício para assinar a carta.

Seu trabalho será avaliado de acordo com os seguintes critérios: espírito crítico, adequação[/size]
do texto ao desenvolvimento do tema, estrutura textual compatível com o gênero textual
proposto e emprego da modalidade escrita formal da língua portuguesa.
Importante: redija seu texto a tinta, no espaço a ele destinado. O rascunho não será
considerado. Será desclassificado o candidato que tirar zero na redação.

A mobilidade urbana foi tema de um fórum organizado pela Folha de S.Paulo em 2013, durante o qual foram debatidos inúmeros problemas das grandes cidades e propostas possíveis soluções. Desse fórum,
destacamos duas visões polêmicas, que ainda não foram suficientemente debatidas pela sociedade.

“O carro é o cigarro do futuro"
Jaime Lerner, urbanista e ex-prefeito de Curitiba.

Responsável pela implantação do primeiro sistema de BRTs (ônibus de trânsito rápido) do mundo, Jaime Lerner disse que São Paulo “ganhou uma grande guerra” ao priorizar o transporte coletivo sobre pneus. Para ele, o desafio da cidade, agora, é dar qualidade ao sistema. Lerner, que também foi governador do Paraná, disse que, definida a opção pelo ônibus, é preciso “dar outro grande salto: transformar essa concepção de corredores para concepção de rede.” Para ele, é preciso planejar bem a estação de embarque, pois é muito difícil fazer um sistema de qualidade com pontos de ônibus “junto ao meio-fio”. “Não é só uma solução de transporte”, disse, ao comparar o ideal urbano a uma tartaruga: “Moradia, trabalho e mobilidade, tudo junto”.

Fonte: Folha de S.Paulo, 12.out.2013, Seminários Folha Mobilidade Urbana, p. 4. Adaptado.

Motorista não é o ‘folgadinho’ do trânsito"
Sergio Ejzenberg, engenheiro e mestre em transportes.

Especialistas que estudam a mobilidade nas grandes cidades formam um consenso sobre a prioridade de  nvestimentos no transporte público. Mas alguns combatem o que chamam de demonização dos motoristas e alertam que é preciso parcimônia na restrição ao transporte individual, pois a transição de modelo deve ser radual. “Ninguém está na rua brincando. Não há os ‘folgadinhos de carro’, 80% das viagens são por motivo de trabalho ou estudo”, diz o engenheiro Sergio Ejzenberg, mestre em transportes pela USP. Ele critica a expansão muito rápida das faixas de ônibus. “Antes de pintar o chão era preciso reestruturar o sistema. Quem está de carro padece no congestionamento, sem opção, gerando um prejuízo biliardário à sociedade.”

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/10/1355290-motorista-nao-e-o-folgadinho-do-transito-afirmaespecialista.shtml. Acesso em: 16.nov.2015.


Última edição por Diego A em Sab 24 Jun 2017, 09:51, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Diego A Seg 11 Jul 2016, 12:36

Vestibular PUCRS - Inverno 2014 (Adaptado)


PROPOSTA: Dissertativo-argumentativo. Análise as consequências do analfabetismo funcional entre os estudantes brasileiros e apresente sugestões práticas para recuperar o que estiver "faltando" e diminuir o problema. 
Não se esqueça da problematização e tese.


Texto 1

Analfabetismo funcional

A condição de analfabeto funcional aplica-se a indivíduos que, mesmo capazes de identificar letras e números, não conseguem interpretar textos e realizar operações matemáticas mais elaboradas. Tal condição limita severamente o desenvolvimento pessoal e profissional. O quadro brasileiro é preocupante, embora alguns indicadores mostrem uma evolução positiva nos últimos anos.

Uma variação do analfabetismo funcional parece estar presente no topo da pirâmide corporativa e na academia. Em uma longa série de entrevistas realizadas por este escriba, nos últimos cinco anos, com diretores de grandes empresas locais, uma queixa revelou-se rotineira: falta a muitos profissionais da média gerência a capacidade de interpretar de forma sistemática situações de trabalho, relacionar devidamente causas e efeitos, encontrar soluções e comunicá-las de forma estruturada. Não se trata apenas de usar corretamente o vernáculo, mas de saber tratar informações e dados de maneira lógica e expressar ideias e proposições de forma inteligível, com começo, meio e fim.

Na academia, o cenário não é menos preocupante. Colegas professores, com atuação em administração de empresas, frequentemente reclamam de pupilos incapazes de criar parágrafos coerentes e expressar suas ideias com clareza. A dificuldade afeta alunos de MBAs, mestrandos e mesmo doutorandos. Editores de periódicos científicos da mesma área frequentemente deploram a enorme quantidade de manuscritos vazios, herméticos e incoerentes recebidos para publicação. E frequentemente seus autores são pós-doutores!

O problema não é exclusivamente tropical. Michael Skapinker registrou recentemente em sua coluna no jornal inglês Financial Times a história de um professor de uma renomada universidade norte-americana. O tal mestre acreditava que escrever com clareza constitui habilidade relevante para seus alunos, futuros administradores e advogados. Passava-lhes, semanalmente, a tarefa de escrever um texto curto, o qual corrigia, avaliando a capacidade analítica dos autores. Pois a atividade causou tal revolta que o diretor da instituição solicitou ao professor torná-la facultativa. Os alunos parecem acreditar que, em um mundo no qual a comunicação se dá por mensagens eletrônicas e tuítes, escrever com clareza não é mais importante.

O mesmo Skapinker lembra uma emblemática matéria de capa da revista norte-americanaNewsweek, intitulada “Why Johnny can’t write”. Merrill Sheils, autora do texto, revelou à época um quadro preocupante do declínio da linguagem escrita nos Estados Unidos. Para Sheils, o sistema educacional, da escola fundamental à faculdade, desovava na sociedade uma geração de semianalfabetos. Com o tempo, explicou a autora, as habilidades de leitura pioraram, as habilidades verbais se deterioraram e os norte-americanos tornaram-se capazes de usar apenas as mais simples estruturas e o mais rudimentar vocabulário ao escrever, próprios da tevê.

Entre as diversas faixas etárias, os adolescentes eram os que mais sofriam para produzir um texto minimamente coerente e organizado. E o mundo corporativo também acusou o golpe, pois parte de sua comunicação formal exige precisão e clareza, características cada vez mais difíceis de encontrar. Educadores mencionados no artigo observaram: um estudante que não consegue ler e compreender textos jamais será capaz de escrever bem. Importante: a matéria da Newsweek é de 1975!

Quase 40 anos depois, os iletrados trópicos parecem sofrer do mesmo flagelo. Por aqui, vivemos uma situação curiosa: de um lado, cresce a demanda por análises e raciocínios sofisticados e complexos. E, de outro, faltam competências básicas relacionadas ao pensamento analítico e à articulação de ideias. O resultado é ora constrangedor, ora cômico. Nas empresas, muitos profissionais parecem tentar tapar o sol com uma peneira de powerpoints, abarrotados de informação e vazios de sentido.

Na academia, multiplicam-se textos caudalosos, impenetráveis e ocos. Se aprender a escrever é aprender a pensar, e escrever for mesmo uma atividade em declínio, então talvez estejamos rumando céleres à condição de invertebrados intelectuais.

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/revista/758/analfabetismo-funcional-6202.html

Texto 2

Entre os estudantes do ensino superior, 38% não dominam habilidades básicas de leitura e escrita, segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), divulgado pelo Instituto Paulo Montenegro (IPM) e pela ONG Ação Educativa. O indicador reflete o expressivo crescimento de universidades de baixa qualidade.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,no-ensino-superior-38-dos-alunos-nao-sabem-ler-e-escrever-plenamente-imp-,901250
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Mensagem por Diego A Seg 25 Jul 2016, 15:59

Texto I

Temas Sugestivos e outros 16
Fonte: http://www.publikador.com/politica/guipires/2014/09/as-manifestacoes-de-2013- por-um-olhar-critico-de-2014/

Texto II

O que é ciberativismo?

O ciberativismo é uma alternativa mais democrática e acessível do que os meios de comunicação de massa tradicionais e pode ser praticado por qualquer pessoa que tenha acesso à internet.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/conteudo_281598.shtml

Texto III

Violência em manifestações é fato complexo, causa indignação e pede reflexão

Há coisas que não casam com democracia e não podem ser toleradas, nem sequer de leve. Uma delas é a violência em protestos e manifestações.

As cenas dos confrontos entre manifestantes [professores e outros] e policiais em São Paulo e Curitiba provocaram horror e preocupação. [...] Foram muitos os que reagiram com indignação contra os excessos da repressão, empreendida por policiais armados, com viseiras, escudos, gás lacrimogênio, cassetetes e cachorros. Fizeram muito bem. O que se viu desonra a democracia e as lutas sociais.

Não houve quem não se manifestasse. Entre as vozes, inúmeras e eloquentes, que pediram justiça e punição aos repressores, também foram ouvidas palavras de sensatez. A presidente Dilma veio a público repudiar a violência nos protestos em nome do “respeito às diferenças de opinião”, conclamando todos a compreenderem que “para construir consenso e evitar a violência, o único caminho existente é o caminho do diálogo”. De modo ainda mais claro, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, num vídeo institucional do MEC, pediu o fim do conflito nas ruas e a valorização plena do diálogo, mostrando-se disposto a empreender esforços de conciliação para que se alcancem soluções para o conflito. “Educação não se constrói com violência” e nela o diálogo é valor supremo, acrescentou Janine.

Fonte: http://politica.estadao.com.br/blogs/marco-aurelio-nogueira/violencia-em-manifestacoes-e-fato-complexo-causa-indignacao-e-pede-reflexao/

Texto IV

Opositores usam febre do Pokémon Go para denunciar situação na Síria

Temas Sugestivos e outros Pokemonsiria1
Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/07/opositores-usam-febre-do-pokemon-go-para-denunciar-situacao-na-siria.html

TEMA: A dificuldade histórica da manutenção da democracia por meio de manifestações públicas.
PROPOSTA: Dissertativo-argumentativo ou Artigo de opinião
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Temas Sugestivos e outros Empty Saúde global em tempos de globalização

Mensagem por Diego A Sex 05 Ago 2016, 15:28

Vestibular ECSC - Cespe (com adaptações)


PROPOSTA: Considerando como motivadores os fragmento abaixo, redija um texto DISSERTATIVO em que:

- seja abordado, como TEMA, pelo menos um dos FATORES ENUMERADOS NO TEXTO 1;
- se discuta o papel da informação na minimização dos riscos à saúde associados ao(s) fator(es) abordado(s).

Texto 1 

Apesar de a globalização atingir, direta ou indiretamente, qualquer espaço e pessoa do planeta, isso
não significa que seus reflexos e consequências atinjam a todos de igual maneira nem que tenham a mesma repercussão em todas as regiões.

Nas últimas décadas, a saúde passou a ser considerada como importante fator para o crescimento
econômico e o desenvolvimento social, com reflexos na política externa, na soberania nacional, nos direitos humanos, nos programas de meio ambiente, no comércio e no turismo. Entretanto, os impactos sociais, culturais e econômicos resultantes da globalização podem trazer riscos à saúde, decorrentes de fatores tais como:

1. exacerbação das diferenças econômicas inter e intrapaíses, com o agravamento da pobreza;
2. degradação do meio ambiente, diminuição da biodiversidade e dispersão de poluentes;
3. aumento do consumo de alimentos cuja produção ou processamento favorecem dietas não saudáveis;
4. aumento da disseminação de doenças infecciosas em razão do maior número de viagens internacionais.

Fonte: Paulo A. de Carvalho Fortes e Helena Ribeiro. Saúde global em tempos de globalização. In: Saúde e sociedade. Vol. 23, n.º 2, São Paulo, abr./jun., 2014 (com adaptações).


Texto 2

Pandemia é uma epidemia que se espalha por uma região muito grande, como um continente, ou até por todo o mundo. Uma doença é considerada pandemia quando é altamente contagiosa e ao se difundir mata grande número de pessoas. O câncer, por exemplo, é responsável por um número muito grande de mortes, mas não é considerado pandemia porque não é uma doença infecciosa, como a Aids (síndrome da imunodeficiência adquirida).

Pelo menos 30 novas doenças foram descobertas em diversas partes do mundo nos últimos 20 anos. Características do mundo atual, como pobreza urbana, negligência no desenvolvimento de vacinas e baixa qualidade nos serviços de saúde pública, entre outras, potencializam os efeitos das pandemias.

Temas Sugestivos e outros 15ov0ub

Em 1957, ocorreu uma pandemia de gripe asiática: em seis meses, a doença deu a volta ao mundo, como mostra o mapa

Fonte: http://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/pandemias-o-que-e-e-como-a-globalizacao-potencializa-o-problema.htm (com adaptações)

Texto 3

O Brasil: território e sociedade no início do século XXI

Em relação à saúde, o número de estabelecimentos com internação passou de 5.311 em 1976 para 7.430 em 1992 (crescimento de 40% em 16 anos). Uma média de 5,1 hospitais para cada 100 mil habitantes foi constante de 1980 até os dias de hoje. De um total de 6.102 hospitais em 1980, correspondiam ao setor público apenas 1.216, cerca de 20%. Classificados segundo seu porte, observa-se que 56,6% deles tinham capacidade de até cinquenta leitos, e, desse conjunto, 78,1% eram particulares. Havia, em 1980, 1.782 estabelecimentos com capacidade entre 51 e 150 leitos (29,2% do total) e 869 com 151 leitos ou mais (14,2% do total)

Fonte: Milton Santos e Maria Laura Silveira. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, p. 231 (com adaptações)

Texto 4

Plano para lidar com a próxima pandemia
JIM YONG KIM

O recém-criado Mecanismo de Financiamento para Emergências Pandêmicas alavanca fundos de países ricos, mercados de capital e empresas de resseguro para, se necessário, preparar uma resposta rápida e antecipada a algum surto de potencial pandêmico -e a uma fração do custo da ação tardia.

Esse mecanismo, que estará em pleno funcionamento no fim deste ano, desembolsará fundos mais rapidamente de duas formas.

Primeiro, abrirá um mercado de seguro inteiramente novo, contra riscos pandêmicos. Os países de baixa renda serão cobertos contra certos tipos de vírus que podem causar a maioria dos surtos mais severos, incluindo o ebola.

Segundo, no caso de um surto emergente ou de tipos mais imprevisíveis, para os quais não haja disponibilidade de dados, tais como o Zika, o mecanismo poderá utilizar a verba para acionar uma resposta mais rápida.

De qualquer forma, isso significa que não precisaremos mais depender de deliberações políticas, inevitavelmente lentas, ou de apelos para angariar recursos, como pedidos de donativos.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2016/07/1794671-plano-para-lidar-com-a-proxima-pandemia.shtml (com adaptações)

____________________________________________
*Se sua dúvida foi solucionada, marque o tópico como resolvido e agradeça quem ajudou.
*Não crie novo tópico para questão existente, comente junto dessa. (V)
*O enunciado da questão deve ser digitado. Também não são permitidos links externos para o enunciado e/ou para a resolução. (IX e X)

"A liberdade, se é que significa alguma coisa, significa o nosso direito de dizer às pessoas o que não querem ouvir."

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Temas Sugestivos e outros Empty CULTURA E MUDANÇA SOCIAL

Mensagem por Diego A Ter 30 Ago 2016, 22:07

ENEM 2011 - 2ª aplicação 

PROPOSTA: Com base na leitura dos textos motivadores seguintes e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema CULTURA E MUDANÇA SOCIAL, apresentando proposta de ação social que respeite os direitos humanos.

Texto 1

Fundado em 21 de janeiro de 1993, o Grupo Cultural AfroReggae foi criado para transformar a realidade de jovens moradores de favelas utilizando a educação, a arte e a cultura como instrumentos de inserção social. O embrião do projeto foi o jornal AfroReggae Notícias, cuja primeira edição circulou em agosto de 1992. O informativo — distribuído gratuitamente e sem anunciantes — logo se tornou um canal aberto para o debate de ideias e de problemas que afetam a vida de negros e pobres.

Desde então, o Grupo Cultural AfroReggae investe no potencial de jovens favelados, levando educação, cultura e arte a territórios marcados pela violência policial e pelo narcotráfico. Ao longo de seus 18 anos, o AfroReggae vem utilizando atividades artísticas, como percussão, circo, grafite, teatro e dança para tentar diminuir os abismos que separam negros e brancos, ricos e pobres, a favela e o asfalto, a fim de criar pontes de união entre os diferentes

Disponível em: http://www.afroreggae.org.br.

Texto 2

“Um país não muda pela sua economia, sua política e nem mesmo sua ciência; muda sim, pela sua cultura.”
Betinho
Disponível em: http://www.ibase.br.

Texto 3

Betinho: uma trajetória de luta

Herbert José de Souza, o Betinho, buscou a vida de forma intensa para si e para os outros, particularmente para os excluídos da sociedade. Seu humor e sua ironia juntavam-se a uma forte indignação diante da mínima injustiça. 

Ele afirmava que a democracia não é um modelo ou uma estrutura acabada; é algo que constantemente deve ser sonhado, imaginado ou recriado. A busca de ser livre, igual, diverso, solidário e participante é um princípio que deve fermentar nosso constante sonhar e imaginar a democracia como guia de intervenção cidadã.

GRZYBOWSKI, C. Disponível em: http://www.comitebetinho.org.br.
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Temas Sugestivos e outros Empty Alternativas para a escassez de água no BR

Mensagem por Diego A Seg 05 Set 2016, 16:50

Enem 2014 - 3ª aplicação

PROPOSTA: A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema “Alternativas para a escassez de água no Brasil”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos.

TEXTO I 

Temas Sugestivos e outros 2exalo5

TEXTO II

“Nós não combatemos a seca, nós convivemos com ela”

Alguns milhares de quilômetros longe de São Paulo e outros milhões de litros mais seco está o semiárido nordestino. Há dez anos, quase a totalidade dos 22 milhões de habitantes dessa região ia dormir com sede.

Partiu-se de uma realidade na qual a falta de água é uma realidade histórica. Há famílias que bebem água do barreiro. Para esses povos do semiárido, a água é um bem precioso. Mulheres chegam a caminhar 15 quilômetros para conseguir uma lata d’água.

Disponível em: http://revistaforum.com.br (adaptado).

TEXTO III 


Expandir esta imagem
Temas Sugestivos e outros 1zqzfr7

TEXTO IV

Sudeste pode ‘aprender com Nordeste a lidar com seca’

O presidente do Conselho Mundial da Água disse em entrevista à BBC Brasil que a atual crise hídrica em São Paulo e em outras cidades do Sudeste é uma “oportunidade” para esta região do país, que deveria se inspirar no exemplo do Nordeste para enfrentar o problema.

Segundo ele, daqui em diante, o uso mais eficiente da água e o preparo para enfrentar períodos de estiagem se tornarão uma prioridade, assim como houve uma busca por eficiência energética e medidas capazes de evitar a falta de energia elétrica após os apagões do início da década passada.

“Em meio a essa crise no Sudeste, ninguém fala do Nordeste. Esta região aprendeu com as crises do passado e criaram uma infraestrutura para conseguir sobreviver a este momento difícil
Disponível em: http://www.bbc.co.uk (adaptado)

____________________________________________
*Se sua dúvida foi solucionada, marque o tópico como resolvido e agradeça quem ajudou.
*Não crie novo tópico para questão existente, comente junto dessa. (V)
*O enunciado da questão deve ser digitado. Também não são permitidos links externos para o enunciado e/ou para a resolução. (IX e X)

"A liberdade, se é que significa alguma coisa, significa o nosso direito de dizer às pessoas o que não querem ouvir."

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Mensagem por Diego A Dom 16 Out 2016, 18:39

Vestibular Unioeste 2012 (adaptado)

PROPOSTA: Dissertativo-argumentativo ou Artigo de opinião
TEMA: "O CONSUMO DE BEBIDA ALCOÓLICA POR ADOLESCENTES"

FIM DA FARRA
O governo de São Paulo implantará uma lei mais rigorosa para combater o consumo de álcool por adolescentes, um problema que atinge quase metade dos meninos e meninas entre 12 e 17 anos.
por Giuliana Bergano
A medida inclui uma lei mais severa, que punirá com multas pesadas e fechamento dos estabelecimentos comerciais que reincidirem na venda de bebidas a menores de 18 anos, sejam bares, restaurantes, boates ou lojas de conveniência. Estão previstas também campanha educativa e a abertura de outras 200 vagas no Sistema Único de Saúde (SUS) destinadas ao tratamento do alcoolismo.Como mostram as pesquisas, quase 20% dos meninos e meninas entre 12 e 17 anos bebem pelo menos uma vez por semana. Outro dado alarmante é que, com frequência, o número de doses ingeridas semanalmente é altíssimo: um em cada quatro adolescentes tomam, no mínimo, três latas de cerveja e 10% consome cinco ou mais garrafas de bebidas ice. O perigo é replicado em todo o Brasil.Não raro, os rituais, que precedem a ida a “baladas”, onde beberão mais, acontecem com a permissão dos pais, que também abrem suas casas para a moçada se esbaldar. “É comum encontrar pais com uma postura benevolente ou derrotista em relação ao assunto”, diz a psicóloga Hana Pinski, vice presidente da Associação Brasileira de Estudos de Álcool e Outras Drogas.
A DOSE DO PERIGO

Os principais resultados da pesquisa realizada pelo Ibope em maio passado, com 1008 adolescentes, 321 pais de adolescentes e 1204 adultos de todo o estado de São Paulo.

CEDO DEMAIS

13 anos é a idade com que normalmente os adolescentes começam a beber. Na década de noventa, a iniciação ocorria por volta dos 18 anos.
…...........................................................
Aos 14 anos o consumo de álcool torna-se um hábito. Na década de 90, isso só
acorria por volta dos 21 anos.
ACESSO FÁCIL

46% das atividades de diversão estão associadas ao consumo de álcool festas, bares, estádios de futebol,
danceterias e shows).
…............................................
88%
dos adolescentes não têm dificuldade nenhuma para conseguir bebida.
…............................................
39%
já compraram eles próprios bebida alcoólica.
…....................................
63%
de tais situações ocorreram em bares.
DOSES FREQUENTES

45%
dos jovens entre 12 e 17 anos já consumiram bebida alcoólica.
…............................................
18%
bebem pelo menos uma vez por semana.

ANUÊNCIA FAMILIAR

21%
dos adolescentes beberam pela primeira vez em companhia de parentes.
…...........................................................
22%
geralmente bebem com a família.
…...........................................................
39%
dos pais sabem que seus filhos bebem
em casa.
*Reduza ou aumente o zoom caso a tabela não esteja sendo bem visualizada.


Última edição por Diego A em Sex 23 Jun 2017, 13:01, editado 4 vez(es) (Motivo da edição : Alterar tabela)

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*O enunciado da questão deve ser digitado. Também não são permitidos links externos para o enunciado e/ou para a resolução. (IX e X)

"A liberdade, se é que significa alguma coisa, significa o nosso direito de dizer às pessoas o que não querem ouvir."

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Temas Sugestivos e outros Empty A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO CARCERÁRIA

Mensagem por Diego A Sex 21 Out 2016, 08:48

PROPOSTA: Dissertativo-argumentativo ou Artigo de Opinião
TEMA: A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO CARCERÁRIA

TEXTO 1

Todo preso tem direito à educação. Além da Constituição Federal, garantem o acesso dos detentos brasileiros aos estudos a Lei de Execução Penal (LEP), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394) e o Plano Nacional de Educação (PNE).

Em 2011, houve um novo incentivo para que os presos retomassem os estudos. A Lei 12.433 previu a redução de pena, que já ocorria com o trabalho, também para quem estuda. A cada 12 horas de frequência escolar o preso tem um dia a menos de pena a cumprir, incluindo ensino fundamental, médio, profissionalizante, superior ou ainda curso de requalificação profissional.

A cada três dias de trabalho o preso tem o desconto de um dia. Assim, um detento que trabalha e tem quatro horas de aula por dia garante, a cada três dias, a remição de dois de cumprimento da pena.

Desde 2010, também está prevista a instalação de salas de aulas nos presídios, graças a um acréscimo feito à Lei de Execução Penal, pela Lei 12.245. Mas o cumprimento da determinação ainda esbarra na falta de espaços físicos.

Em alguns locais, até as salas de aula viraram celas para acomodar detentos. Para combater o problema, o Depen criou um programa para melhorar a geração de vagas por meio da construção de mais cadeias públicas. Além disso, nas novas construções já estão previstos espaços exclusivos para educação e saúde.

Outro passo importante dado para aumentar a oferta de educação nas penitenciárias foi dado em 2011, com a instituição do Plano Estratégico de Educação no Âmbito do Sistema Prisional. A medida aumenta as atribuições do Ministério da Justiça e do Ministério da Educação e Cultura (MEC) para promover o ensino no sistema prisional.

A meta é levar aos presídios o Programa Brasil Alfabetizado, do MEC. Cerca de 26 mil presos se declaram analfabetos no Brasil. O curso tem duração curta, de seis a oito meses, o que é considerado positivo já que transferências entre presídios podem atrapalhar a conclusão do curso.

Os Estados têm autonomia para implantar os módulos de ensino. O Depen dá auxílio financeiro e técnico aos projetos. Há governos estaduais que firmam convênios com as secretarias de educação para promover a educação dos presidiários, outros têm professores em seu corpo de funcionários e existem ainda os que optam por trabalhar com fundações conveniadas.

O plano estratégico deve facilitar a execução de ações conjuntas com a troca de informações entre os órgãos federais, estaduais e do Distrito Federal, nas áreas de educação e de execução penal.

O Sistema Integrado de Informações Penitenciárias (Infopen) registra a população carcerária brasileira e o universo de detentos que frequentam as salas de aula.

Fonte: http://www.brasil.gov.br/cidadania-e-justica/2012/04/lei-preve-reducao-de-pena-para-os-presos-que-estudam

TEXTO 2

Programa Escola Penitenciária que segue o modelo da Eja (Educação de Jovens e Adultos)

Fonte: Dia a Dia Educação

TEXTO 3
 
Segundo Moacir Gadotti, (Atual diretor do Instituto Paulo Freire) a educação é necessária para a conquista da liberdade de cada um e o seu exercício da cidadania, para o trabalho, para tornar as pessoas mais autônomas e mais felizes. A educação é necessária para a sobrevivência do ser humano e Gadotti ainda acrescenta que o adulto não pode ser visto como criança, ele quer ver a aplicação imediata do que está aprendendo e precisa resgatar sua autoestima. Confirmando essa ideia, Paulo Freire defende que a educação deve ser libertadora levando o aluno a uma conscientização das contradições do mundo que o cerca. Porém dentro do presídio existem muitas dificuldades para implantação desse método. É muito forte a contradição entre educação e a reabilitação carcerária onde seu principal objetivo é a segurança, ou seja, a anulação do sujeito. Segundo Edneia Gonçalves (membro Da Alfa sol–alfabetização solidária) é preciso reconhecer a cidadania de presos e presas para defender seus direitos educativos.

Fonte: http://www.opet.com.br/faculdade/revista-pedagogia/pdf/n3/7%20ARTIGO%20LUCIMERI.pdf

FONTES DE LEITURA:

1) EDUCAÇÃO NAS PENITENCIÁRIAS: UMA POSSIBILIDADE DE MUDANÇA
2) A EDUCAÇÃO NO SISTEMA PENITENCIÁRIO, E SUA IMPORTÂNCIA NA RESSOCIALIZAÇÃO
3) EDUCAÇÃO PRISIONAL NO BRASIL: DO IDEAL NORMATIVO ÀS TENTATIVAS DE EFETIVAÇÃO

*OBS: Os links levam a artigos, portanto, entre 1 ou 2 páginas do início, a leitura poderá parecer desinteressante devido a formalidade do gênero, mas assim que se inicia a contextualização teremos um esplendido entendimento do tema e uma riqueza de argumentos.

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