Heidegger

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Mensagem por lvandrezza1 em Qui 16 Maio 2019, 13:17

Julgue:
1-Em análises fenomenológicas, como a de Heidegger, o ato de duvidar tem a mesma proeminência do ato de se angustiar, uma vez que, para esse autor, tanto a dúvida quanto a angústia pressupõem um objeto. 

Gab: Errado

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Mensagem por Hume_Mascarenhas em Qui 01 Ago 2019, 14:47

A pergunta está centrada na metodologia da análise fenomenológica. O interesse desse método é o modo como o conhecimento se realiza, não se preocupando com o mundo que de fato existe ou não; trata-se de uma reflexão sobre a consciência das coisas, sejam elas externas à nossa mente ou objetos plenamente ideais. 
Por isso está errada.

Adendo-
Heidegger, que ficou famoso por alguns por contestar a fenomenologia de Husserl, adicionando à ela a hermenêutica, por outros por ser um ''nazista de carteirinha'' diz sobre a angústia:
“o mundo surge diante do homem aniquilando todas as coisas particulares que o rodeiam e, portanto, apontando para o nada” (HEIDDEGER Apud CHAUÍ, 1996. p. 9).

No momento em que o hoemm desperta para a consciência da vida ele percebe que ela não tem sentido ou um propósito. A angústia é inexorável e é na angústia que notamos o nada como essa nuvem que paira sobre tudo e todos.
A angústia é uma experiencia de vazio, que ocorre quando apreendemos o nada, essa apreensão se dá, de uma maneira geral, a partir da duvida filosófica
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